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ElectrospinTEK, powered by Matregenix

Máquinas de eletrofiação para produzir nanofibras, do laboratório à indústria

Cinco sistemas de electrospinning ElectrospinTEK, da bancada de pesquisa à linha roll-to-roll de 1600 mm. No Brasil, a LabSolutions fornece, instala, treina sua equipe e dá suporte técnico.

30–120 kVfaixa de tensão da linha
1 → 16agulhas no laboratório
1600 mmlargura industrial
O que é eletrofiação

Eletrofiação (electrospinning): como as nanofibras são formadas

Eletrofiação é a técnica que usa um campo elétrico de alta tensão para transformar uma solução polimérica em fibras ultrafinas. A gota na ponta da agulha se deforma no chamado cone de Taylor, emite um jato que se estica e afina no ar, e o solvente evapora antes de a fibra chegar ao coletor.

O resultado é uma manta não tecida com fibras de dezenas de nanômetros a alguns micrômetros, alta área superficial e porosidade ajustável. Por isso a técnica é usada em engenharia de tecidos, curativos, membranas de filtração, sensores e baterias.

A mesma máquina trabalha com polímeros naturais e sintéticos, como PCL, PVA, PLA, PAN, nylon, quitosana e gelatina, e com compósitos carregados de nanopartículas. Com bicos coaxiais e triaxiais, é possível produzir fibras núcleo-casca para encapsular fármacos.

  1. 01
    AlimentaçãoUma bomba de seringa ou peristáltica leva a solução até a agulha ou fieira a vazão constante.
  2. 02
    Alta tensãoA fonte carrega o bico. A força elétrica vence a tensão superficial e forma o cone de Taylor.
  3. 03
    Estiramento do jatoO jato chicoteia e se alonga enquanto o solvente evapora. Temperatura e umidade da câmara interferem aqui.
  4. 04
    ColetaAs fibras se depositam em placa, tambor rotativo, mandril, funil ou rolo, conforme a orientação e o formato desejados.
Linha ElectrospinTEK

Máquinas de eletrofiação para cada etapa do seu projeto

Três modelos de laboratório para pesquisa e desenvolvimento e duas plataformas industriais para escalonamento e produção. Todos com câmara fechada e intertravamento de alta tensão.

Laboratório e P&D
ElectrospinTEKLS-200Máquina de eletrofiação ElectrospinTEK LS-200

LS-200

Entrada

Compacta e completa para ensino e primeiros estudos com nanofibras.

Tensão
até 30 kV
Bicos
até 3 agulhas, horizontais
Coletores
plano e tambor rotativo
Câmara
selada, com exaustão de vapores de solvente
Processo
distância ajustável e sistema de homogeneidade

Opcionais: coletor mandril, bico bicomponente (coaxial), câmera do cone de Taylor, tensão bipolar.

ElectrospinTEKLS-200 PLUSMáquina de eletrofiação modular ElectrospinTEK LS-200 PLUS

LS-200 PLUS

Modular

Coletores intercambiáveis e controle preciso, com receitas salvas na tela.

Tensão
30 kV
Bicos
até 3
Distância
50 a 200 mm, ajustável
Tambor
80 × 200 mm, até 1000 rpm
Plano
110 × 200 mm
Bomba
0,01 a 3400 mL/h
Interface
touchscreen 4,3", salva e recupera receitas

Destaque: troca rápida de coletores e mandris sem ferramentas especiais.

Piloto e produção industrial
ElectrospinTEKES400H3Sistema industrial de eletrofiação e eletrospray ElectrospinTEK ES400H3

ES400H3

Eletrofiação e eletrospray

Plataforma piloto com três emissores independentes e quatro tipos de coletor, incluindo roll-to-roll.

Tensão
3 fontes de 0 a 40 kV, coletor até −20 kV, resolução 0,1 kV
Fieiras
3 tubos de 400 mm com até 9 bicos cada, ou fenda sem agulha TurboSlit de 150 mm
Coletores
tambor Ø100 × 400 mm (1000 rpm), plano, esteira até 1600 × 400 mm, roll-to-roll 400 mm
Alimentação
3 bombas de seringa (0,01 a 3400 mL/h) e peristáltica até 100 mL/min
Clima
câmara até 45 °C, umidade até ~10% UR, operação com N₂
Controle
espessura monitorada em linha, IHM 12"
Instalação
1200 × 900 × 2050 mm, ~300 kg, 6 kW

Segurança: detecção de faísca, desligamento automático da alta tensão ao abrir as portas, botão de emergência.

ElectrospinTEKES800H4Linha industrial roll-to-roll de eletrofiação ElectrospinTEK ES800H4

ES800H4

Roll-to-roll industrial

Produção contínua de membranas de nanofibras em rolo, para filtração e materiais técnicos.

Tensão
até 120 kV
Fieiras
modulares, com agulha ou sem agulha (Turbo)
Largura
800 mm padrão, configurável até 1600 mm
Alimentação
bombas peristálticas de alimentação contínua
Processo
homogeneidade avançada, controle climático integrado
Laminação
slot extra para camada de substrato (scrim)

Opcionais: medidor de permeabilidade ao ar em linha, coletor a vácuo, bico assistido por gás, lâmpada UV, filtro HEPA, aquecedor e desumidificador.

Comparativo

Qual máquina de eletrofiação escolher

  LS-200 LS-200 PLUS LS-325 ES400H3 ES800H4
Escala Laboratório Laboratório Laboratório avançado Piloto Produção
Tensão máx. 30 kV 30 kV 40 kV 3 × 40 kV 120 kV
Bicos até 3 até 3 até 16 até 27 ou sem agulha com ou sem agulha
Bombas consultar 1 · 0,01–3400 mL/h 2 de seringa 3 de seringa + peristáltica peristálticas contínuas
Controle climático não não integrado até 45 °C · ~10% UR integrado
Coaxial opcional consultar opcional, também triaxial consultar opcional
Formato da manta placa e tambor 110 × 200 mm (plano) até A4 até 1600 × 400 mm rolo de 800 a 1600 mm
Indicada para ensino e prova de conceito grupos de pesquisa iniciando pesquisa em biomateriais, filtração, energia escalonamento e P&D industrial fabricação de membranas

Dados do fabricante. Itens marcados "consultar" dependem da configuração e constam da proposta técnica.

Aplicações

Onde as nanofibras eletrofiadas fazem diferença

Engenharia de tecidos

Scaffolds que imitam a matriz extracelular para cultivo e regeneração celular. Tambor rápido para fibras alinhadas, mandril para tubos vasculares.

LS-325 · LS-200 PLUS

Curativos e dispositivos médicos

Mantas para tratamento de feridas, membranas de barreira e revestimento de implantes.

LS-325 · ES400H3

Filtração de ar e água

Meios filtrantes de alta eficiência e baixa perda de carga, de respiradores a membranas de tratamento de água.

ES800H4 · ES400H3

Liberação de fármacos

Fibras núcleo-casca por bico coaxial ou triaxial para liberação controlada de ativos.

LS-325

Baterias e energia

Separadores, eletrodos e precursores de nanofibras de carbono para armazenamento de energia.

LS-325 · ES400H3

Sensores

Camadas sensíveis de alta área superficial para sensores químicos, de gás e biossensores.

LS-200 · LS-200 PLUS
Parâmetros de processo

O que controla o diâmetro e a morfologia das fibras

Pequenas mudanças nestes parâmetros alteram o diâmetro, a formação de contas (beads) e o alinhamento das fibras. Por isso o controle preciso de tensão, vazão e clima faz diferença na reprodutibilidade.

Parâmetro Faixa típica em laboratório Efeito principal
Tensão aplicada 10 – 30 kV Tensão maior estira mais o jato; em excesso, torna o processo instável.
Vazão da solução 0,1 – 2 mL/h Vazões altas tendem a engrossar as fibras e formar contas.
Distância bico–coletor 50 – 200 mm Distância curta deixa pouco tempo para o solvente evaporar.
Concentração e viscosidade depende do polímero Pouca viscosidade gera gotas (eletrospray); muita entope a agulha.
Umidade relativa 10 – 60 % Interfere na evaporação e pode criar poros na superfície das fibras.
Rotação do coletor 0 – 1000 rpm Tambor rápido alinha as fibras; placa produz manta aleatória.

Faixas de referência para eletrofiação em solução. A distância e a rotação seguem a LS-200 PLUS; a umidade mínima, a ES400H3.

Por que comprar com a LabSolutions

Fornecimento e suporte técnico no Brasil, desde 2007

entrega

Preço entregue no laboratório

Equipamento importado e nacionalizado, com frete incluído na proposta em reais.

implantação

Instalação e treinamento

Colocação em funcionamento e treinamento da equipe no processo e na segurança da alta tensão.

fomento

Compras com FAPESP, CNPq e FINEP

Proposta e documentação prontas para projetos de pesquisa e processos de compra pública.

pós-venda

Assistência em português

Suporte técnico e peças, com contato direto com a fábrica quando necessário.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre máquinas de eletrofiação

O que é eletrofiação?

Eletrofiação (electrospinning) é uma técnica que usa um campo elétrico de alta tensão para esticar um jato de solução polimérica até formar fibras com diâmetros de dezenas de nanômetros a alguns micrômetros, depositadas como uma manta não tecida sobre um coletor.

Qual máquina de eletrofiação escolher para pesquisa?

Para ensino e primeiros estudos, a LS-200 atende. A LS-200 PLUS acrescenta coletores intercambiáveis, bomba de alta precisão e receitas na tela. Para fibras coaxiais, blendas e controle de umidade, a LS-325, com duas bombas, até 16 agulhas e controle climático, é a mais indicada.

Qual a diferença entre eletrofiação com agulha e sem agulha?

Na eletrofiação com agulha, cada bico forma um jato, o que dá controle fino em laboratório. Na eletrofiação sem agulha, os jatos se formam ao longo de uma fenda ou superfície, o que aumenta muito a produtividade. As linhas ES400H3 e ES800H4 aceitam os dois tipos de fieira.

A LabSolutions faz instalação e treinamento?

Sim. A LabSolutions entrega o equipamento nacionalizado, faz a instalação e o treinamento da equipe e presta suporte técnico em português em todo o Brasil.

É possível comprar com recursos de projeto FAPESP, CNPq ou FINEP?

Sim. A LabSolutions prepara propostas e documentação para compras com recursos de projetos de fomento e para processos de compra pública de universidades e institutos.

Orçamento e demonstração

Fale com um especialista em eletrofiação

Conte qual polímero e qual aplicação você tem em mente. Indicamos o modelo e a configuração certos e enviamos a proposta técnica e comercial.

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LabSolutionsElectrospinTEK é uma marca powered by Matregenix. Fornecimento no Brasil: LabSolutions, São Paulo, SP.